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quarta-feira, 1 de maio de 2013

Sábado: feito para o homem

Introdução

Ideia central 1: O fato de o sábado (assim como o casamento) ter sido instituído na criação (Gn 2:1-3), antes do pecado, revela que (1) ele foi dado à humanidade, pois, naquele momento, havia apenas Adão e Eva sobre a Terra, e (2) ele celebra a criação, sendo, portanto, um “patrimônio” da humanidade e não de algum povo específico. Êxodo 20:8-11, o mandamento do sábado, reafirma a literalidade da semana da criação e confirma que o sábado é o sétimo dia e não outro. Hebreus 4:3 e 4 também se refere ao descanso do sétimo dia, numa clara afirmação de que os autores do Novo Testamento consideravam literal a semana da criação.

Ideia central 2: O sábado representa também a libertação do pecado, conforme Moisés enfatiza em Deuteronômio 5:12-15. Assim, o sétimo dia afirma que pertencemos duplamente a Deus: pela criação e pela redenção. Além de criados e redimidos por Deus, somos também por Ele santificados, e o sábado é igualmente um sinal dessa santificação (Ez 20:12, 20; Êx 31:13). Se a semana da criação não fosse literal, com seis dias de 24 horas seguidos do sétimo, todo esse significado do sábado seria perdido. Para deixar claro esse aspecto libertador do sábado, Jesus Se disse Senhor dele (Mc 2:27, 28) e realizou curas nesse dia (Mt 12:9-13; Lc 13:10-17; Jo 5:1-17). Como Criador do céu e da Terra, Jesus obviamente é Senhor do sábado e, com Sua conduta, nos ajudou a entender no que consiste a verdadeira observância do sétimo dia, um dia de libertação e graça.

Ideia central 3. Um dos sinais que apontam para a proximidade da volta de Jesus é a ousadia dos escarnecedores. Segundo o apóstolo Pedro (2Pe 3:3-7), esses incrédulos e zombadores afirmam que o mundo está do mesmo jeito há milhões de anos e que o dilúvio bíblico é um mito antigo, não um fato histórico – Pedro liga, assim, a descrença no dilúvio com a descrença na volta de Jesus. Assim como um evento ocorreu, o outro também ocorrerá. Presentemente, há um povo sobre a Terra proclamando exatamente a mensagem de que existe um Deus Criador cujo Filho em breve voltará (Ap 14:6, 7). O “efeito dominó” é claro: se a crença na semana da criação é abalada, a crença no sábado como memorial da criação e da redenção também é enfraquecida. Nesse terreno pantanoso, fica mais fácil negar o Deus Criador apresentado na Bíblia.  

Para refletir

1. Como a instituição do sábado refuta a ideia de que ele teria sido criado para um povo apenas? 2. Como Êxodo 20:8-11 e Hebreus 4:3, 4 confirmam a literalidade da semana da criação? 3. O que o fato de Jesus ter realizado curas no sábado revela sobre um dos significados desse dia? 4. Como o mandamento do sábado está relacionado com as controvérsias que precedem a volta de Jesus?

Ampliação

O Deus do natural e do sobrenatural

Geralmente, aqueles que questionam a existência de Deus (dimensão supranatural) também consideram a própria Bíblia como uma coleção de mitos, cujas narrativas seriam essencialmente simbólicas (não históricas), portanto, não literais. De acordo com a mesma visão ateísta, a própria natureza, por ser passível de investigação científica, dispensaria qualquer tipo de interferência externa, tanto para sua origem como para sua sustentabilidade. Assim, a negação de Deus exclui qualquer tipo de atividade sobrenatural, bem como não admite quaisquer ações de Deus no mundo natural.

No entanto, para aqueles que consideram a Bíblia como a Palavra de Deus e também se interessam pelo estudo do livro da natureza, não haveria dificuldades para reconhecer as ações ordinárias (mundo natural) e extraordinárias (mundo sobrenatural) de um Deus poderoso e amoroso (ver comentários das lições 8 e 9). Da mesma forma, considerando a Bíblia como sua própria intérprete, por meio de um estudo minucioso e interativo, teríamos excelentes oportunidades de identificar em suas páginas os símbolos e seus correspondentes significados, bem como as narrativas verdadeiramente históricas ou literais.

As atividades de Deus na primeira semana – que revelam o incomensurável poder sobrenatural do Criador –, sem dúvida alguma, não podem ser reproduzidas empiricamente. No entanto, as leis conservativas estabelecidas na ocasião pelo mesmo Deus são passíveis de ser compreendidas cientificamente pela mente humana (estudo do mundo natural). Para nunca nos esquecermos dessa dupla e ampla atividade divina, o próprio Criador separou um dia sagrado – o sábado – como memorial da criação, dia de descanso pleno, quando então podemos apreciar calmamente a beleza e a harmonia da natureza criada e, ao mesmo tempo, desfrutar da companhia e das influências, mesmo que invisíveis (sobrenaturais), de um Deus que nos ama, nos mantêm vivos e nos restaura.

Quando nos referimos ao dilúvio de Gênesis (ver comentário da lição 10), é importante realçar que as referências a dia, mês e ano (para o início e o fim da Grande Catástrofe) se repetem em outros cinco momentos na narrativa bíblica. Essa precisão na medida do tempo não deixa margem para dúvidas quanto à literalidade dos dados cronológicos, realçando assim não apenas a historicidade de um fato real, mas também definindo, de maneira inequívoca, a duração desse evento cataclísmico: um ano e dez dias.

Da mesma forma, não há como interpretar alegoricamente ou simbolicamente a abrangência do dilúvio, restringindo-o à região da Mesopotâmia. A descrição bíblica dos efeitos da Grande Catástrofe sobre o mundo pré-diluviano (Gn 7:21-23) reflete claramente seu caráter mundial que, por sua vez, se harmoniza plenamente com a abrangência igualmente global do registro fóssil (vítimas “imortalizadas” do dilúvio).   

Com efeito, quando se estuda a Bíblia contextual e reverentemente, de Gênesis a Apocalipse, é possível identificar quando Deus age sobrenaturalmente (os atos criativos na semana da criação, os milagres, etc.) e quando Ele se comunica por meios naturais – leis criadas por Ele e que regem o comportamento da criação (a matéria e a própria vida), passíveis de serem compreendidas racionalmente ou mesmo cientificamente. No entanto, é importante frisar que a compreensão científica dos processos e fenômenos naturais não é condição sine qua non para a compreensão ou aceitação da natureza sobrenatural da Divindade. Ou seja, não necessitamos do conhecimento científico do mundo natural para assegurarmos a existência de Deus.

Também não é difícil compreender a necessidade da manifestação ora do natural, ora do sobrenatural e a utilização de símbolos, quando o onipotente Deus deseja Se revelar de maneira didática e acessível à limitada e frágil mente humana. O estudo cuidadoso e comparativo da Bíblia nos revela ainda um Deus que Se interessa profundamente pelo bem-estar presente e futuro do ser humano. Consideremos, como exemplo, o trato amoroso e paciente de Deus para com o povo de Israel: Ele recomendou obediência às leis naturais (leis de saúde, higiene, etc.), manifestou-Se mediante atos sobrenaturais (abertura do Mar Vermelho, a dádiva do maná, etc.), utilizou sombras ou símbolos (os rituais do Tabernáculo) e guiou literalmente esse povo (historicidade dos quarenta anos de peregrinação do Egito a Canaã).

Certamente, a mais impressionante manifestação da versátil natureza divina pode ser claramente identificada na pessoa de Jesus, com Sua dupla dualidade sobrenatural/natural e simbólico/literal que se harmonizam com perfeição: a Divindade (o Filho de Deus, Ser sobrenatural) encontra-Se eterna e intimamente ligada à humanidade (o Filho do homem, corpo natural); todo o simbolismo dos rituais do templo encontra seu pleno cumprimento no maior evento (literal) da história da humanidade: o supremo sacrifício expiatório de Cristo na cruz do Calvário, ocorrido há aproximadamente dois mil anos.

Na verdade, as ações de Jesus em Seu próprio ministério, fossem corriqueiras ou miraculosas, revelavam extraordinária coerência e competência, conferindo assim credibilidade aos ensinamentos dEle e confiabilidade à inspiração divina da Bíblia em sua totalidade. Portanto, naquilo que é importante para nossa clara e harmoniosa compreensão de toda a Bíblia e da natureza, podemos distinguir, nos atos divinos, o natural do sobrenatural e o simbólico do literal.

Conclusões

- Leia os textos “Biorritmo e o sétimo dia” (aqui) e “O negligenciado repouso semanal” (aqui).

- Do pôr do sol de sexta-feira ao pôr do sol de sábado (o ocaso do Sol é o referencial bíblico para a passagem dos dias – ver Lv 23:32), o sétimo dia permanece em meio ao tempo, entre duas semanas, e entre duas épocas também: o passado e tudo o que foi feito e o futuro e aquilo que ainda pode ser realizado. É “o passo atrás antes do salto adiante”; um dia especial que acrescenta qualidade à vida humana.

- Ao separarmos o sétimo dia da semana para fins religiosos (culto a Deus, auxílio aos necessitados, contato com a natureza), estamos reconhecendo o Senhor como o todo-poderoso Criador do Universo. E o sábado é mais do que um simples repouso físico, é antes de tudo uma pausa para um contato mais íntimo com Deus, de tal maneira que as outras atividades ficam para depois.

- Explicações astronômicas podem ser dadas para os anos, meses e dias, mas não para o ciclo semanal. Ao considerar os povos do passado, podemos observar que sempre houve uma divisão de tempo chamada “semana”, consistindo de sete dias, sendo o sétimo, o sábado, com um nome formado a partir de uma raiz comum – nas línguas semíticas sbt ou spt – que em vários idiomas significa “descanso”. Algo, no mínimo, curioso.

- O sétimo dia da semana aparece pela primeira vez em Gênesis 2:1-3, como um presente a toda humanidade, assim como o matrimônio (Gn 1:28). O texto bíblico nos diz que, no sétimo dia, Deus (1) “descansou” de toda a Sua obra (v. 2), (2) abençoou esse dia (v. 3), (3) e o santificou (v. 3).

- O verbo hebraico utilizado em Gênesis 2:2 para descansar é shabat, que tem sua origem em outro verbo, yashab, cujo significado é “sentar”. Qual a implicação disso? Após uma longa e exaustiva caminhada durante a semana, o sábado é o dia em que nos sentamos para descansar fisicamente. Antes de continuar a caminhada, Deus proporciona um break para Seus filhos.

- O verbo usado em Êxodo 20:11 é nuah. Não se trata de descanso apenas no sentido físico. Nuah tem a ideia de tranquilidade, repouso e relaxamento. Para aqueles que vivem uma vida agitada, dividida entre trabalhos e estudos, o sábado se apresenta como um oásis no meio do deserto. Não é apenas descanso físico; é também descanso mental.

Somos informados pelo Novo Testamento de que Jesus, o personagem principal da fé cristã, observava o sábado (Lc 4:16); e que Paulo, o grande missionário do cristianismo primitivo, também observava esse dia (At 13:14, 27, 42, 44).

- O sábado é um símbolo preciso do que é a salvação. Em lugar de santificar um local, Deus santificou o tempo, e o tempo sempre vem ao nosso encontro, semanalmente. Da mesma forma, temos a garantia de que nosso Deus é aquele que sai ao nosso encontro quando insistimos em viver longe de Sua presença.

- Leia Isaías 58:13, 14. Que princípios básicos podemos extrair desse texto para desfrutarmos sábados agradáveis?

Fonte: http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/licoes/adultos/2013/com1112013.html

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Consolo incomparável

 
Nem todos os dias que vivemos nesta terra são isentos de problemas ou aflições. Quando passamos por tribulação, tragédia, perda, ruína ou decepção, a dor é tanta que não conseguimos pensar em nada mais. Deus, porém, nos concedeu o Espírito Santo, que está presente o tempo todo para nos aconselhar. Em algumas versões da Bíblia Ele é chamado de Conselheiro ou Ajudador. Jesus disse: “E Eu pedirei ao Pai, e Ele lhes dará outro Conselheiro para estar com vocês para sempre, o Espírito da verdade” (João 14:16-17).
Quando buscamos ajuda e consolo no Espírito Santo, Ele não apenas nos socorre, mas também nos concede uma porção mais rica de Sua presença, como nunca experimentamos. Mesmo na tristeza mais profunda, seremos abençoados, pois o Consolador nos consolará.
Você pertence a Deus e nada é mais importante que essa verdade. Quando tiver de atravessar as águas, Ele estará ao seu lado e elas não o encobrirão, pois Ele é um Deus bom. Ele enviou Seu Espírito Santo para consolá-lo e ajuda-lo.
Em seus momentos de oração e adoração, peça ao Senhor que o encha de alegria, paz e fé para que você transborde “de esperança pelo poder do Espírito Santo” (Romanos 15:13).
Ore: “Senhor, ajuda-me a lembrar de Te dar graças em tudo, certo de que estás sempre no controle. Quero recordar que me redimiste e que pertenço a Ti. Obrigado porque enviaste o Espírito Santo para ser meu Consolador e meu Ajudador. Traz esse fato à minha memória nos momentos mais difíceis” – Stormie Omartian
Tem um pedido especial de oração? Deixe-o em OroPorVocê.Com

Comece tudo outra vez!

 
Existe uma grande diferença entre a lei e a graça… Não há paz, a menos que possamos ver a obra acabada de Jesus Cristo, a menos que olhemos para trás e vejamos a cruz entre nós e os nossos pecados.
Então existe a glória para a época futura. Uma grande quantidade de pessoas parece esquecer que o melhor ainda está por vir. O Reino que vamos herdar é glorioso: a nossa coroa será uma “coroa de glória”; a cidade onde vamos viver é a cidade dos glorificados; as canções que vamos cantar são as canções dos glorificados. Usar “vestes de glória e beleza”…
Muita gente está sempre olhando para trás e lamentando-se sobre os problemas já vividos. Eles continuam arrastando as preocupações e ansiedades que tiveram de suportar, e estão sempre olhando para elas. Por que deveríamos continuar vacilando e tropeçando sob os pesos e as preocupações da vida quando temos tal perspectiva diante de nós?
Se à nossa frente não há nada além da glória, os nossos rostos devem brilhar radiantemente o tempo todo. (Extraído de “Peace, Peace, and Glory”, em They Walked with God, de D. L. Moody)
2012 ficou para trás. Não permita que os pecados e tropeços do ano que terminou atrapalhem sua jornada. Aprenda com os erros e olhe para frente. Permita que Jesus esteja entre tudo o que você fez de errado e as novas oportunidades que estão adiante. O passado passou. Comece tudo outra vez com Aquele que não erra e que perdoa as faltas e falhas! Feliz 2013!!

Fonte: http://novotempo.com/amiltonmenezes/2013/01/01/comece-tudo-outra-vez/

2013 está aí!

 
Está aí. Cheio de expectativas e oportunidades. Com as asas brancas da esperança. Pronto para decolar no vale dos sonhos, rumo ao infinito das realizações. É mais um ano que chega, aberto, limpo, promissor. Entre nele, em nome de Jesus.
No meio das expectativas de um novo horizonte, convido você a olhar para trás. Como? Não diz todo mundo que a gente deve deixar de olhar para o passado e ver apenas o futuro? Mas meu convite é: olhe para trás!
Você sabia que nós tiramos forças do passado, apesar de nossa vertiginosa projeção para o futuro? Então olhe para trás, olhe especialmente para as coisas que não deram certo, as que saíram mal. Olhe para as frustrações e as derrotas.
Todo o mundo diz que devemos esquecer as derrotas e fracassos e estar sempre prontos para novas tentativas. Bem, tentar de novo, sim; mas deixar de olhar nossas derrotas e fracassos, jamais. Porque na batalha da vida ganha quem sabe perder, quem sabe capitalizar a derrota, quem não vive lamentando por algo que deu errado, mas, ao contrário, olha para a derrota sem rancor, sem mágoa, analisando e perguntando por que não deu certo.
O novo ano está aí. Cheio de expectativas e oportunidades. Todo seu. Limpo. Aberto. E promissor. Chega com as asas brancas da esperança. Pronto para decolar no vale dos seus sonhos rumo ao infinito das suas realizações. Olhe para ele sem medo, como a águia olha o brilho do sol. Embora suas pupilas fiquem ofuscadas pela luminosidade do astro, ela sente fervilhar o sangue nas veias, abre as asas e parte, rompendo o azul do céu à procura de novos horizontes.
Se o ano que passou foi bom ou foi ruim, pouca diferença faz. O ano novo agora é seu. Isto é o que conta. Não lamente os erros do passado. Não fuja deles. Encare-os. Afinal, perder todo mundo perde. Uns mais cedo, outros mais tarde.
Perder nunca foi o problema. Mas você tem que saber tirar proveito da derrota, porque na batalha da vida ganha sempre quem sabe perder.
Comece então o novo ano sem medo, em nome de Jesus – Alejandro Bullon

Fonte: novotempo.com/amiltonmenezes/2012/12/31/2013-esta-ai/

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Um Deus entre os homens


Tudo aconteceu em um instante, um instante notável, como nenhum outro… Deus Se tornou homem. Enquanto as criaturas da terra caminhavam desocupadas, a Divindade chegou. O céu abriu-se e colocou o seu Ser mais precioso em um útero humano…
Deus como um feto. A santidade dormindo em um útero. O Criador da vida sendo gerado.
Deus ganhou sobrancelhas, cotovelos, dois rins e um baço. Ele esticou-se contra as paredes do útero e flutuou no líquido amniótico da Sua mãe.
Deus se aproximou…
As mãos que primeiro o seguraram não iam à manicure; eram empoeiradas e cheias de calosidades.
Nada de seda. Nem marfim. Nem recepção espalhafatosa. Nem festa.  Nem notoriedade.
Não fosse pelos pastores, não teria havido recepção. Não fosse por um grupo de observadores de estrelas, não teria havido presentes…
Pelos próximos trinta e três anos, Ele sentiria tudo o que você e eu já sentimos: fraqueza, cansaço, medo de fracassar. Ele ficou resfriado, baforou e transpirou. Seus sentimentos foram feridos. Os Seus pés se cansaram. E a Sua cabeça doeu.
Pensar sobre Jesus segundo este modo de ver parece quase irreverente, não é verdade? Não é algo que gostamos de fazer; é desconfortável. É muito mais fácil manter o lado humano fora da encarnação…
Mas não faça isto, pelo amor de Deus. Deixe que Ele seja tão humano quanto pretendeu ser. Deixe-O entrar na sujeira de nosso mundo. Pois somente dessa maneira Ele poderá nos tirar dali. (Extraído da obra God Came Near, de Max Lucado)
Fonte: http://novotempo.com/amiltonmenezes/2012/12/25/um-deus-entre-os-homens/

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Depois do Primeiro Beijo

A questão agora é o Namoro, as grandes perguntas são: Como deve ser? Quando? Com quem?

1º .. Com quem deve ser?

Uma questão sempre levantada pela maioria das moças cristãs é, Não tem homem suficiente pra namorar na igreja! (Já ouviu essa?) muitas moças adventistas vem reclamado pelo fato de não haver jovens adventistas o suficiente para namorar. Certa vez, em um encontro de jovens adventistas de um distrito do Ceará disseram isso ao pastor jubilado, que teve a brilhante idéia de fazer um teste com essas moças, pediu que cada rapaz solteiro sentasse ao lado de uma moça adventista solteira, nessa brincadeira ainda sobraram dois jovens sem par. A idéia era mostrar que existem sim, rapazes adventistas o suficiente para cada moça adventista. Minha querida moça adventista, existe sim um jovem adventista do sétimo dia ideal pra você, se essa pessoa não apareceu ainda, é porque ainda não está na hora certa, mas sempre lembre-se, não há união entre luz e trevas, trigo e joio, santo e profano. Faça o possível para se relacionar amorosamente com jovens adventistas, pois pensam exatamente como você e seguem os mesmos princípios e isso contará muito quando estiverem namorando.

2º .. Quando deve ser?

Mesmo que a pessoa seja a tal 'Pessoa Certa', essa pode não ser a 'Hora Certa' e quando encontramos a pessoa certa na hora errada, acabamos transformando essa pessoa em pessoa errada, esse tem sido um dos piores pesadelos de muitos jovens cristãos, porque a tal pessoa está lá, mas acabamos tornando àquela hora exatamente na hora errada, o momento certo Deus sabe e com certeza irá lhe mostrar.
Qual seria a hora errada? Imagine, está você e a 'pessoa certa' e já são mas de dez e meia da noite, definitivamente essa é a hora errada, pode ter certeza. O espírito de profecia, no livro O Lar Adventista, pág. 163, Diz: "Aqueles que gostam de passar até altas horas da noite namorando, se seus olhos pudessem abrir, veriam anjos de Satanás, milhares deles ali junto com eles." não permita que os anjos de Satanás transformem a sua hora, numa hora errada. Isso também se aplica ao tempo do namoro, passar mais de duas horas namorando, pode acarretar em tentações piores, ainda há aqueles que começam a namorar às 6 da noite e esticam até às 10, nesse meio tempo o inimigo pode trabalhar o bastante para fazer você cair. Lembre-se ser tentado não é pecado, pecado é cair na tentação!

3º .. Como deve ser?

Muitos têm falhado nesse ponto, e atrevo-me até a dizer que eu mesmo já falhei nesse ponto. Encontramos a pessoa certa, estamos dentro da hora correta, mas não fazemos da maneira certa. O 'Como deve Ser' sempre tem afetado muitos namoros, aquelas, realmente tem sido as pessoas corretas, mas as ações nem sempre são corretas.
Muitos estão caindo em tentação, por não saberem como agir depois do famoso Primeiro Beijo acabam estragando toda a sua vida por poucas horas de prazer, as pessoas certas também estão expostas as tentações do diabo. O que acontecem é que depois dessas horas de prazer fica a decepção e o arrependimento, infelizmente, será muito difícil continuar firme, depois de ter caído uma primeira vez, o inimigo saberá qual é a sua fraqueza e começará a atacar mais fortemente ainda naquele mesmo ponto.
 Deus não proíbe o namoro, mas pede apenas que seja da maneira mais correta possível, Ele não quer que você sofra meu irmão, te pede apenas que você siga os conselhos que Ele deixou.
Outros conselhos sobre namoro, você encontrará no livro, Carta a jovens namorados que é uma compilação dos livros da escritora americana e profetiza da Igreja Adventista do Sétimo Dia, Ellen White.
Uma dica, dada por Ellen White, "Antes de assumir as responsabilidades que o casamento envolve, devem os jovens ter na vida prática uma experiência que os prepare para os deveres e encargos do mesmo."

A ciência do Bom Viver página 358.

domingo, 23 de setembro de 2012

REFLEXÃO: A Oração de Maria

Deus. Ó Deus infante. O mais precioso filho do céu. Concebido pela união da graça divina com a nossa desgraça. Durma bem.

Durma bem. Banhado pela fresca da noite cravejada de diamantes. Durma bem, pois o fogo da ira ferve bem perto. Goze do silêncio do berço, pois o ruído do tumulto se faz sentir em seu futuro. Saboreie a doce segurança de meus braços, pois chegará breve o dia em que não poderei protegê-lo.


Descansem bem, mãos pequeninas. Pois apesar de pertencerem a um rei, vocês não tocarão o cetim, não possuirão ouro. Não pegarão numa pena, não guiarão um pincel. Não, suas mãos pequeninas foram reservadas para obras mais preciosas:

tocar a chaga viva de um leproso
enxugar a lágrima triste de uma viúva,
agarrar-se ao chão do Getsêmani.

Suas mãos, tão minúsculas, tão ternas, tão brancas — fechadas hoje em forma de punho infantil. Elas não foram destinadas a empunhar um cetro nem abanar do balcão de um palácio, mas reservadas para o cravo romano que irá pregá-las numa cruz romana.


Durmam bem, olhos pequeninos. Durmam enquanto podem. Pois logo virá a claridade e você vai ver a confusão que fizemos do seu mundo.


Verá nossa nudez, pois não podemos ocultar-nos.

Verá nosso egoísmo, pois não podemos dar.
Verá nossa dor, pois não podemos curar.
Ó olhos que verão o abismo escuro e seu terrível príncipe... durmam, por favor, durmam; durmam enquanto podem.

Fique quieta, boquinha pequenina. Fique quieta boca pela qual falará a eternidade.


Língua minúscula que em breve chamará os mortos,

que irá definir a graça,
que silenciará nossa insensatez.
Lábios de botão — sobre os quais paira um beijo de estrelas concedendo perdão para os que crerem em você, e de morte para os que o negarem — fiquem quietos.

Pezinhos pequeninos que cabem na palma de minha mão, descansem. Pois passos difíceis estão à sua frente.


Sentem o cheiro do pó das estradas que terão de palmilhar?


Sentem a água fria e salgada sobre as quais andarão? Recuam ao sentir o prego que terão de suportar? Temem a descida íngreme pela escada em espiral até o domínio de Satanás?


Descansem, pezinhos pequeninos. Descansem hoje para que amanhã possam andar com poder. Descansem. Pois milhares irão seguir os seus passos.


Pequeno coração... coração santo... bombeando o sangue da vida através do universo: quantas vezes iremos quebrantá-lo?


Você será dilacerado pelos espinhos de nossas acusações.

Você será devastado pelo câncer do nosso pecado.
Você será esmagado pelo peso de sua própria tristeza.
E será traspassado pela lança da nossa rejeição.
Todavia nesse ato de traspassar, nesse último rompimento de músculo e membrana, nessa precipitação final de sangue e água, Ele irá encontrar descanso. Suas mãos serão libertadas, Seus olhos verão a justiça, Seus lábios sorrirão, e Seus pés o levarão para casa.

E ali descansará de novo — desta vez nos braços do Pai.
 

Max Lucado

REFLEXÃO: Suspiro consolador

Jesus encontra um homem surdo, que fala com dificuldade. Talvez ele gagueje. É provável que não consiga pronunciar o “s”. Quem sabe, por causa de sua surdez, ele nunca aprendeu a articular adequadamente as palavras.
Recusando-se a explorar a situação, Jesus levou-o para um lado e olhou-o no rosto. Sabendo que seria inútil falar, explicou com gestos o que faria. Ele cuspiu e tocou a língua do homem, explicando que o que restringia a sua fala estava prestes a ser removido. Jesus tocou os seus ouvidos que, pela primeira vez, estavam a ponto de ouvir.
Entretanto, antes que o homem dissesse uma palavra ou ouvisse qualquer som, Jesus fez algo que eu jamais teria imaginado.
Ele suspirou…
Sem dúvida, você já experimentou sua quota de suspiros. Se você tem filhos adolescentes, se tentou resistir a tentações, se teve suas razões questionadas ou se os seus melhores atos de amor foram rejeitados, você foi forçado a tomar um fôlego profundo e deixar escapar um doloroso suspiro…
Todos esses suspiros se originam da mesma ansiedade: o reconhecimento de uma dor que jamais foi tencionada, ou de uma esperança postergada.
O homem não foi criado para estar separado do seu Criador; por isso suspira, com saudades de casa. Nunca se pretendeu que a natureza fosse habitada pelo mal, por isso ela suspira, ansiando pelo jardim…
E quando Jesus olhou nos olhos daquela vítima de Satanás, a única coisa apropriada a fazer foi suspirar. “Não era para ser desse modo”, disse o suspiro. “Os seus ouvidos não foram feitos para não ouvir, e sua língua não foi feita para errar”. O desequilíbrio de tudo aquilo fez com que o Mestre sofresse.
Então, encontrei a palavra para o suspiro. Você pode achar estranho, mas a coloquei ao lado da palavra consolo, porque, de uma maneira indireta, a dor de Deus é o nosso consolo.
Na agonia de Jesus está a nossa esperança. Se Ele não tivesse suspirado, se não tivesse sentido o peso daquilo que não deveria ser, estaríamos em uma situação digna de pena. Se Jesus simplesmente considerasse tais coisas como inevitáveis ou lavasse as mãos de toda aquela desordem malcheirosa, que esperança poderíamos ter?
Mas Ele não fez isto. Aquele santo suspiro assegura-nos que Deus ainda sofre pelo Seu povo. Ele suspira à espera do dia em que não haverá mais suspiros, quando tudo será como deveria ser. (Max Lucado)

Fonte: http://novotempo.com/amiltonmenezes/2012/09/23/suspiro-consolador/

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Saiba disso pra se casar!

Deus nos colocou juntos com todas as nossas diferenças aqui em baixo e disse: Onde houver unidade haverá bênçãos. (1)

As pessoas estão se separando porque dizem: Somos incompatíveis.

Ninguém é compatível!

Temos que aprender a conviver e a única maneira é: Sendo humildes com disposição a se calar, a mudar, a se adaptar e principalmente a escutar.

Ficamos decepcionados com a vida porque planejamos uma existência perfeita.

Achamos que tudo deveria ser perfeito para nós e quando não é ficamos arrasados.

Precisamos procurar pontos de concordância nesse casamento. Não implicar com aquilo que não concordamos, mas encontrar algo em comum.

Por que as pessoas não fazem as pazes depois que discutem? Orgulho.

Todos querem estar certos e ter a última palavra. Ninguém quer se humilhar e dizer: desculpe-me.

O orgulho nos faz ficar zangado por longo tempo. Ninguém quer ceder e dizer: Desculpe-me sinto muito.

Todas as questões seriam resolvidas rapidamente se fossemos todos humildes.

Não existe humildade verdadeira diante de Deus se não nos humilharmos aos homens.

ELE se humilhou então Deus O exaltou afim de que todo joelho se dobre. (2)

Como Jesus conseguiu poder? Humilhou-se.

Humildade precede honras e riquezas.

Para ter sucesso na vida e no casamento precisamos ter humildade.

Precisamos orar pra ter a atitude semelhante àquela que nos foi mostrada por Jesus Cristo que não se apegou a seus direitos como Deus,  mas ocultou-se sob a forma de escravo e foi obediente até a morte. Deus o exaltou acima de todo nome.

(1) Salmo 133

(2) Filipenses 2: 5-11

Por: Luiz Cláudio

domingo, 29 de julho de 2012

Está pensando em divorciar? Leia esse texto antes.


Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: “Tenho algo importante para te dizer”. Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos.De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: “Por quê?”Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou “você não é homem!” Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouvi-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela. Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa. Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia mas eu não voltaria atrás do que disse, pois amava a Jane profundamente. Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora. No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane. Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir. Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possível. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus exames no próximo mês e precisava de um ambiente propício para preparar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais. Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca, mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.
Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda. “Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio” – disse Jane em tom de gozação.

Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então, quando eu a carreguei para fora da casa, no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo “O papai está carregando a mamãe no colo!” Suas palavras me causaram
constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho “Não conte para o nosso filho sobre o divórcio” Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.


No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado.

No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com o corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.
No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei.
Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles, mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse “Todos os meus vestidos estão grandes para mim”. Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.
A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso… ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração….. Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.

Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse “Pai, está na hora de você carregar a mamãe”. Para ele, ver seu pai carregando sua mãe todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.

Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: “Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo”.
Eu não consegui dirigir para o trabalho… fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de idéia… Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a porta e eu disse a ela “Desculpe, Jane. Eu não quero mais me divorciar”.

Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa “Você está com febre?” Eu tirei sua mão da minha testa e repeti.” Desculpe, Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe”.

A Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouvi-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar.
Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: “Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe”.
Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama – morta.

Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando a vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio – e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.

Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa, do seu marido, façam pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!
Um casamento centrado em Cristo é um casamento que dura uma vida toda.

(Recebi o texto acima, por e-mail. Não sei quem escreveu. Acho, também, que pouco importa se é um relato real ou fictício. Por isso resolvi publicar aqui. Se salvar do divórcio um casamento fragilizado, terá valido a pena).

Fonte: http://novotempo.com/amiltonmenezes/2010/08/30/esta-pensando-em-divorciar-leia-esse-texto-antes/

terça-feira, 24 de abril de 2012

Os verbos da morte

                 
Há três verbos que metem medo. O primeiro é horrível. O segundo é pior do que o primeiro. E o terceiro é mais dramático ainda.

O primeiro é partir, no sentido de pôr-se a caminho, ir-se embora. É o caso do filho mais moço da famosa parábola de Jesus. O rapaz rompeu com o pai, com o lugar, com os costumes, “e partiu para uma terra distante, e lá dissipou todos os seus bens, vivendo dissolutamente” (Lucas 15:13). Não houve como evitar a sua partida. Nada o prendeu em casa: nem a família nem a fartura nem os argumentos em contrário.

O segundo é retirar-se, no sentido de privar-se definitivamente das oportunidades até então desfrutáveis. É o caso de Caim, o assassino de Abel, do qual se lê: “Retirou-se Caim da presença do Senhor, e habitou na terra de Node, ao oriente do Éden” (Gênesis 4:16). Caim não consertou o que estava errado, não aceitou a segunda chance e ainda se afastou definitivamente de Deus.

O terceiro é abandonar, no sentido de deixar, não se interessar, descuidar. É o caso daquele Demas, a respeito de quem Paulo diz: “Porque Demas, tendo amado o presente século, me abandonou e se foi para Tessalônica” (II Timóteo 4:10). Com incrível facilidade há quem abandone a Palavra, a confiança posta em Deus, a congregação onde sempre se reunia, o reto caminho e até o próprio Deus. O verbo assinala uma espécie de despedida ou ruptura definitiva e irreversível.

Você deve se precaver contra os verbos da morte, contra qualquer processo que o leve a partir para uma terra distante, a retirar-se para longe da presença do Senhor e abandonar o que você tem de mais precioso.

Fonte:  http://novotempo.com/amiltonmenezes/2012/04/24/os-verbos-da-morte/

quinta-feira, 19 de abril de 2012

3Dicas – “Não consigo perdoar fácil”


Geremias: “Meu maior problema é que eu não consigo perdoar fácil, perdoar (irmãos na igreja, familia, amigos…) por favor me ajude com 3 dicas pode mencionar meu nome…”
 
Amigo Geremias, o seu problema, na verdade, representa a dificuldade de todos os seres humanos – claro que em maior ou menor grau. Contudo perdoar é um dom que só pode ser fornecido por Deus.

Vamos então às nossas 3Dicas:
1. Só podemos perdoar alguém quando mantemos comunhão com Deus. Então antes de tudo busque a Deus em oração, fale a Ele sobre sua dificuldade e peça o dom precioso do perdão.

2. Por meio da meditação sobre o sacrifício de Cristo Jesus na cruz do calvário, recebemos uma grande influência para quebrantar o coração do orgulho e torna-lo humilde e perdoador.

3. Depois de buscar pela presença maravilhosa de Cristo, tome o primeiro passo, mesmo que você seja a parte ofendida e peça perdão. Sim, pedindo perdão fica mais fácil perdoar. Jesus disse que se baterem em sua face, ofereça o outro lado.

Geremias, perdoar não é fácil e pedir perdão parece ser mais difícil, contudo, o poder de Deus é derramado sobre aqueles que desejam se assemelharem ao Seu Filho em humildade e mansidão. Siga as dicas e você terá sua vida transformada.

Alguns textos especiais para você:
“Ao Senhor, nosso Deus, pertence a misericórdia e o perdão, pois nos temos rebelado contra ele” (Daniel 9:9).

“A discrição do homem o torna longânimo, e sua glória é perdoar as injúrias” (Provérbios 19:11).

“Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra”(2 Crônicas 7:14).

Fonte:  http://novotempo.com/3dicas/2012/04/18/3dicas-nao-consigo-perdoar-facil/

Discutir a relação. Será que resolve?



Elas sempre gostaram de se expressar.Contar tudo o que estão sentindo. Dividir, compartilhar.
Quando as coisas não estão bem no relacionamento, principalmente as mulheres, querem sentar com o parceiro para discutir a relação.
A conversa que para elas é um desabafo, para eles é algo insuportável e ameaçador.
Afinal, será que resolve discutir o relacionamento? Como deve ser essa conversa?

Veja algumas dicas da psicóloga Thais Souza:
- Tente não transformar a conversa em um grande acontecimento. Uma reunião programada pode gerar certa ansiedade e deixar o outro na defensiva. Procure não marcar e fazer da forma mais natural possível.
- Tente resolver um problema de cada vez e de preferência logo que eles surgirem.
- Fale sobre suas necessidades. Só assim o outro poderá entender o que você está sentindo. Aproveite para perguntar quais são as necessidades de seu par dentro do relacionamento. De que você está sentindo falta no relacionamento? Tempo, espaço, carinho?
- Esclareça mal-entendidos. Coloque de forma clara suas ideias e intenções.
- Procure não conversar em momentos em que ambos estejam muito apressados ou correndo. Normalmente o assunto irá ficar em aberto e assim surgirão mais desentendimentos.
- Não discuta a relação quando ambos estiverem cansados. Quando estamos cansados nossa capacidade de resolver os problemas costuma ser baixa devido a intolerância causada pela indisposição.
- Se você é mulher e fala muito, aprenda a falar menos e de forma mais prática sobre o que está acontecendo. Não de muitas voltas e evite detalhes. Assim fica mais fácil de os homens prestarem atenção.
- Se você é homem e fala pouco, exercite um pouco mais a conversa e sempre dê sua opinião sobre o que está percebendo no relacionamento. Nada de silêncio.  Geralmente para as mulheres o silencio é sinônimo de indiferença.

Fonte:  http://novotempo.com/radio/2012/04/18/discutir-a-relacao-sera-que-resolve/

domingo, 1 de abril de 2012

Dia da mentira. Ou dos bobos?


A Televisão BBC, de Londres, apresentou há anos um documentário sobre a “colheita de espaguete” na Suíça. Milhares de telespectadores ingleses observaram  com atenção os nativos de uma aldeia subindo em escadas para colher os fios de espaguete. Os fios foram colocados em árvores por operadores de câmera da própria BBC. Na cena seguinte, o documentário mostrava os aldeões à mesa de jantar, saboreando o espaguete recentemente “colhido”. Logo após o programa, centenas de ingleses, amantes da horticultura, telefonaram para a BBC querendo saber onde poderiam conseguir mudas de espaguete…
Um jornal holandês anunciou, numa de suas edições, que estava agora utilizando uma nova tinta de impressão, com cheiro de tulipa. Leitores de todo o país foram vistos  cheirando o jornal.
Estes são dois exemplos de “primeiro de abril”, que apanharam muita gente desprevenida e não tiverem maiores conseqüências. Algumas vezes, brincadeiras de mau gosto, como falsas notícias de falecimento ou acidentes, têm prejudicado seriamente as pessoas envolvidas.
Há muitas explicações para o primeiro de abril ter se transformado no Dia da Mentira.   Uma delas diz que a brincadeira surgiu na França.   Desde o começo do século XVI, o Ano Novo era festejado em 25 de março, data que marcava a chegada da primavera.   As festas duravam uma semana e terminavam no dia primeiro de abril.   Em 1564, depois da adoção do calendário gregoriano, o rei Carlos IV determinou que o Ano Novo seria comemorado no dia primeiro de janeiro.   Alguns franceses resistiram à mudança e quiseram manter a tradição. Só que os gozadores passaram a ridicularizar os conservadores, enviando presentes esquisitos e convites para festas que não existiam.
Mesmo que não haja uma explicação convincente sobre a origem do “dia dos bobos” ou da mentira, uma verdade é patente: ninguém gosta de passar por bobo. Jesus, o Grande Mestre, ensinou o seguinte princípio: “Façam aos outros o que querem que eles façam a vocês” (Mateus 7:12). E na ordem inversa o princípio é o mesmo. Assim sendo, é melhor não fazer os outros de bobo, pois um dia eles farão o mesmo com você.

Fonte: http://novotempo.com/amiltonmenezes/2012/04/01/dia-da-mentira-ou-dos-bobos/

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

O que você vai fazer no carnaval?


Imagino que você não vai pular ou assistir a festa da carne pela televisão.  Seu tempo é precioso demais, não é mesmo? Veja algumas sugestões interessantes que poderão ser seguidas ou adaptadas à sua realidade:
1 – Camping – Se não possui uma gostosa casa de campo onde desfrutar esses dias, você pode programar uma atividade pelo menos mais emocionante: acampar em meio a Natureza. Isso pode ser feito só com sua família ou com mais duas ou três famílias amigas. Como as áreas de lazer nessa época estão infestadas pelo carnaval, convém procurar um local apropriado. Um sítio ou fazenda de uma pessoa conhecida, bem como uma praia do interior constituem uma alternativa ideal.
2 – Pescar – Como parte do camping ou independente dele, a família pode programar passar esses dias nas proximidades de um riacho e se divertir com a pescaria. Com menos do que se gasta no carnaval, pode-se adquirir o equipamento básico para a pesca ou até improvisá-lo de maneira mais simples. E para quem gosta de peixe, o cardápio já estará pronto.
3 – Escalar montanhas – É uma aventura desafiante chegar ao topo de uma montanha e contemplar a paisagem à medida que se sobe. Se você mora distante de montanhas, pode aproveitar esses dias fazendo caminhadas em campos ou bosques em forma de piqueniques, cada dia para um lugar diferente.
4 – Trabalhos caseiros – Se você não tem para onde ir, mesmo em casa pode encontrar atividades para preencher bem o recesso carnavalesco. No livro Passatempos e Brincadeiras para a Família, Wayne Rickerson diz que “trabalhar juntos em família cria um forte elo familiar. A união aparece naturalmente, à medida que os pais, filhos, irmãos e irmãs agem em conjunto”. Como opções, Rickerson sugere fazer um jardim, limpar o quintal, pintar a casa, lavar o carro, etc.
5 – Passatempos familiares – Quatro dias é tempo suficiente para se desenvolver vários passatempos favoritos ou hobbies. Alguns podem incluir pequenas saídas como para visitar zoológicos, praticar esportes, ou fotografar. Com esforço pode-se encontrar áreas não invadidas pelo carnaval. Outros passatempos podem ser feitos na própria casa ou na casa de amigos, como jogos de mesa, dominó, ler bons livros, escrever para alguém, etc.
Se você realmente deseja enriquecer o relacionamento familiar, poderá fazer das ideias acima uma boa alternativa para evitar o risco e a confusão do carnaval.

domingo, 1 de janeiro de 2012

Ano novo sem medo




Finalmente estamos em 2012. Expectativas, esperança, otimismo ou medo? As “profecias” dos Maias se cumprirão? O mundo terminará neste ano?

Lembro de ter lido sobre George VI, quando era rei da Inglaterra. George era tímido e assumiu o trono no lugar do irmão, o popular Eduardo VIII, que abdicara. Era o ano 1939 e a Europa já respirava os ares da segunda grande guerra. Na hora de apresentar o discurso de Natal para os súditos, o monarca utilizou as palavras de Minnie Louise Hoskins, em Deus sabe:

“E eu disse ao homem que se achava no limiar do ano: ‘Dá-me uma luz, para que eu possa andar com segurança no desconhecido’. E ele respondeu: ‘Penetra nas trevas, e põe tua mão na mão de Deus. Isto te será uma luz melhor, e mais segura, do que um caminho conhecido’”.

Mesmo que o ano se apresente repleto de desafios e perspectivas nada animadoras para você, creia: você não está só. A promessa não é de um rei terreno e tímido. É de um Deus poderoso. Inigualável. “Eis que estou com você, todos os dias, até o fim dos séculos” (Mateus 28:20). E mais: “Não tenham medo, Eu os redimi. Eu os chamei pelo nome. Vocês são meus. Quando estiverem atolados até o pescoço em problemas, estarei lá com vocês. Quando estiverem atravessando águas profundas, vocês não se afogarão. Quando estiverem entre a cruz e a espada, não será um beco sem saída – porque Eu Sou o Eterno, o seu Deus pessoal” (Isaías 43:1-3 AM).

Siga em frente. “Iluminado por Tuas palavras, consigo enxergar o caminho; elas lançam um facho de luz sobre a estrada escura” (Salmo 119:105 AM). Faça uso constante da luz poderosa – a Bíblia – que iluminará amplamente seu caminho em cada dia e em cada noite de 2012.

Fonte: http://novotempo.com/amiltonmenezes/2012/01/01/ano-novo-sem-medo/