Mostrando postagens com marcador Dica de Saúde. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Dica de Saúde. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

DICA DE SAÚDE: Como Lidar com Pessoas Depressivas


Imagine a seguinte situação: você acorda às 7 da manhã com seu filho de 5 anos dizendo que está com dor de cabeça. Você mede a temperatura da criança e vê que ela está com 39,5 de febre. Você dá um pouco de suco de laranja para ela, mas ela não consegue segura-lo no estômago e vomita o suco. Percebendo o problema, você senta com a criança no sofá da sala e diz: "Oh filho! Não fica assim não. Não fica com febre não, tá bom?" Ou então diz o seguinte: "Oh filho! Você precisa sair dessa febre. Eu sei que é ruim, mas você precisa sair dela, tá bom?" Ou então: "Olha filho, eu sei que está com febre, mas não posso fazer nada por você. Mas sei que você sabe o que fazer! Conto com você!".

Eu acredito que muita gente vai concordar comigo que esses "métodos" para curar a febre da criança são pouco eficientes. Simplesmente não funcionam. E se você perguntar porquê, todo mundo vai saber responder:

(1) febre não depende de você querer ou não.
(2) febre é algo "físico" que ocorre no organismo e não "algo da sua cabeça"

É isso mesmo. Febre não depende de querer e nem é algo da nossa cabeça. No entanto, quanto se trata de depressão, a história muda. Existe ainda a crença de que depressão se cura "com conversa" e que na verdade depressão é "tristeza" da cabeça de alguém. Parte dessa crença vem da completa falta de conhecimento do que é a doença (o que ela afeta e como ela é combatida) e da completa falta de conhecimento de como lidar com pessoas depressivas. A minha postagem de hoje tem uma função meio utilidade pública: quero te ensinar um pouco sobre a doença e como lidar com pessoas à sua volta que têm depressão.

Primeiro ponto importante: depressão, assim como a febre, é uma doença física. Apesar de conhecermos ainda pouco sobre todas as causas e sintomas específicos da depressão, uma coisa podemos dizer com certeza: depressão tem uma base física (neurológica) bem fundamentada.

A doença: o cérebro humano é composto de, mais ou menos, 10 milhões de neurônios (células nervosas). Essas células são conectadas entre si. Essas conexões que possibilitam que uma célula se comunique com a outra. A comunicação entre dois neurônios ocorre em forma de impulsos elétricos -- uma célula envia um impulso elétrico para uma outra célula através da conexão entre elas. A base do nosso processamento cognitivo, movimentos, funções vitais, emoções, etc. está nessa constante troca de impulsos elétricos (um eletroencefalograma, por exemplo, mede exatamente esses impulsos elétricos).

No entanto, quando olhamos essas "conexões" de perto (usando um microscópio), vemos que, na verdade, um neurônio nunca encosta em outro. Existe um espaço entre uma célula e outra -- chamado sinapse -- e nesse espaço existem moléculas (enzimas) bem pequeninas chamadas neurotransmissores. São essas moléculas que "transmitem" um impulso elétrico de uma célula à outra. É como se elas pegassem o impulso de uma célula e levassem até a outra (uma espécie de office-boy das células). Apesar de pequeninos, esses neurotransmissores têm um papel muito importante no processamento de informação no cérebro. Se eles param de funcionar, a comunicação entre as células fica comprometida.

Um desses neurotransmissores -- conhecido como serotonina -- está presente em grande quantidade na região límbica do cérebro (a região responsável pelo controle das emoções e do humor). Esse neurostransmissor está envolvido na estimulação de batimentos cardíacos, na estimulação do sono, na excitação sexual, etc. A serotonina é um regulador de extrema importância no funcionamento correto do cérebro, principalmente no que diz respeito à como controlamos nossas emoções. Um outro neurotransmissor importante é conhecido como noradrelina. Esse está relacionado com o sistema que nos mantêm alerta (além de outras funções, claro).

Pacientes com depressão têm uma quantidade comprovadamente pequena de serotonina e noradrelina em suas sinapses nervosas. Em outras palavras, a comunicação entre os neurônios que precisam desse neurotransmissor é extremamente deficiente. E como esses neurônios se encontram em grande quantidade no sistema límbico do cérebro (aquele responsável pelo controle das emoções e humor), o cérebro encontra problemas em "lidar" com essas funções.

É como se o sistema límbico fosse um escritório responsável pelo controle das emoções. Cada neurônio (um funcionário do setor) tem uma responsabilidade distinta. Para um perfeito funcionamento do setor, os funcionários precisam se comunicar efetivamente. Imagine que o funcionário A envie uma mensagem para o funcionário B dizendo como ele deve agir em determinada situação (fogo, por exemplo). Se a informação do funcionário A nunca chega ao funcionário B, não há como o funcionário B saber como agir na determinada situação de fogo. E essa informação só não chegou ao funcionário B, porque o responsável pela transmissão dela (o neurotransmissor) não está presente. De uma forma bem simplista, é isso que ocorre!

Então? Existe remédio para isso? Sim. Sob um ponto de vista puramente biológico, a função do antidepressivo é curar esse problema de comunicação: ele "regulariza" o nível de serotonina (ou noradrenalina, dependendo do tipo de antidepressivo) nas sinapses nervosas. O Prozac, por exemplo, inibe um processo conhecido como "reutilização" de serotonina, o que consequentemente aumenta a quantidade de serotonina disponível na sinapse. Um antidepressivo não vai te deixar "feliz", mas vai auxiliar no controle da comunicação entre dois neurônios, de maneira que, diante de uma situação em que o controle das emoções seja necessário, essa comunicação ocorrerá de maneira mais efetiva.

Isso quer dizer que a depressão é puramente física? Obviamente, não. Ainda se conhece pouco sobre como todos os fatores (biológicos, genéticos e "sociais") que se combinam para criar quadros de depressão. Apesar de estar claro os fatores isolados que "causam" a depressão, ainda estamos em fases bem iniciais na compreensão de como esses fatores interagem. Mas ao mesmo tempo, sabemos que há uma disfunção física, de base neurológica, que caracteriza a doença. E isso precisa ser levado em consideração quando lidamos com pacientes depressivos.

Como lidar com eles então? Uma vez que você já sabe que existe um componente físico e que não depende da vontade do paciente para ser curado, evite achar que pode curar depressão com conversa. Da mesma forma que não faz sentido "conversar" para curar febre, não faz sentido apenas "conversar" para curar depressão.

Lembro que quando tive aulas de primeiros-socorros, uma das primeiras coisas que aprendi foi: "não tente remover a vítima, pois você pode piorar a situação dela". Lidar com uma pessoa depressiva é muito parecido com lidar com alguém que acabou de sofrer um acidente: executar algum procedimento sem "saber" o que está fazendo pode seriamente piorar o quadro da pessoa. Da mesma maneira que, ao lidar com alguém que acaba de sofrer um acidente, você às vezes não pode fazer nada, você não precisa dizer à pessoa que ela vai ficar sem a perna. Mais cedo ou mais tarde ela vai precisar saber que vai ficar sem a perna, mas isso não precisa ser dito na hora da agonia do acidente. Ao conversar com pessoas depressivas, evite dizer coisas do tipo "isso é coisa da sua cabeça", "você vai sair dessa; só depende de você", "não posso fazer nada por você". Mesmo que você não possa fazer nada, diga à pessoa "estou aqui com você e vou procurar ajuda para você".

Assim como ocorre com pessoas que sofrem um acidente, a cura para a depressão não é imediata. Mesmo após ir para o hospital, a dor das feridas do acidente ainda doem por um tempo. Mesmo depois que a pessoa procurar ajuda (que seja um antidepressivo), a cura ainda demora. O sistema límbico precisa se "reorganizar" para começar a funcionar normalmente de novo. É preciso paciência. E paciência vem com conhecimento do processo. Nunca se culpe pelo estado depressivo de alguém. A sua saúde mental é primordial se quer ajudar alguém depressivo. Mas saber como agir é essencial.

No pior das hipóteses, volte ao guia de primeiros-socorros. Pergunte! Procure saber. Leia sobre o assunto. Pergunte a quem entende. Essa atitude é melhor que do que simplesmente agir de qualquer maneira e arriscar machucar ainda mais alguém que já está suficientemente machucado a ponto de chegar à um quadro depressivo.

Fonte: Desconhecido

sábado, 28 de abril de 2012

Os Remédios Naturais


Comece a ter mais saúde!

"Ar puro, luz solar, abstinência (temperança), repouso, exercício, regime conveniente, uso de água e confiança no poder divino - eis os verdadeiros remédios." E. G. White, Conselhos Sobre Saúde, p.90.
1) Respire fundo ao ar livre várias vezes ao levantar pela manhã e durante o dia. Evite ficar muitas horas onde não há ar circulante.
2) Tome sol pelo menos uns 15 minutos pela manhã, antes das 9 horas, ou à tarde, após 16 hs.
3) Evite fumo, bebidas alcoólicas, café, chá preto, e outras bebidas que contém cafeína, como Coca-Cola, Pepsi-Cola. Seja temperante, usando com moderação o que é saudável e evitando o que não é saudável.
4) Durma de 7 à 9 horas por noite, evitando deitar após 11 hs. Para dormir melhor evite se alimentar perto da hora de deitar, assistir programa de TV ou ler sobre assuntos dramáticos, violentos. Não se concentre na dificuldade para dormir. Relaxe e diga para si mesmo: Vou deitar e quando vier o sono, dormirei.
5) Exercite-se diariamente. Serviços de casa, como varrer, lavar loupa, etc., não vale. Caminhar é o melhor, sem contra-indicações e grátis! Se não está acostumado, comece a caminhar em passos firmes o que puder cada dia, aumentando até chegar à uma hora por dia. Se preferir, ande de bicicleta ou pratique natação. O importante é o exercício ser feito com constância (no mínimo 3 vezes por semana).
6) Coma alimentos simples, naturais, preparados da maneira mais simples possível. Tome um bom desjejum; cerca de 5 horas após, almoce bem e após outras 5 horas, se precisar, tome um lanche leve. Nos intervalos use apenas água pura. Evite gorduras especialmente de origem animal. Evite açúcar e frituras. Coma muita fruta, verduras, legumes, cereais integrais, castanhas, nozes. Cozinhe com menos óleo e sal possível. No almoço coma também algo cru. Varie cada semana o tipo de alimento. Evite os enlatados e produtos industrializados.
7) Beba de 6 à 8 copos de água cada dia, fora das refeições, mesmo se não sentir sede. Comece com 1 ou 2 em jejum ao acordar. Tome banho com água agradável cada dia, esfregando bem o corpo com uma bucha para ativar a circulação.
8) Tudo o que você pensa, influi no que sente e faz. Então, cultive pensamentos positivos, de confiança, de esperança, não permitindo que fiquem em sua mente pensamentos negativos, os quais produzirão sentimentos negativos se não forem repelidos. Perdoe a si mesmo pelas suas falhas. Perdoe as pessoas pelas falhas delas em relação à você. Pense no que você pode fazer de útil para outros, e faça, e a cura virá.
9) Confie no DEUS CRIADOR dos seres humanos que envia especial ajuda diariamente para Suas criaturas. Vida, perdão, aceitação, força, vêm por aquilo que a Bíblia chama de GRAÇA, que é o Poder de Deus manifestado para com o ser humano. Comunique-se com Ele diariamente, pela oração, acreditando que Ele ouve você. Na oração, exponha seus pedidos, suas necessidades e também faça seus agradecimentos pelo que ele já tem feito em sua vida. Tome uma Bíblia e estude-a a cada dia buscando a orientação de DEUS para a sua vida.

Fonte: Portal Natural

quarta-feira, 21 de março de 2012

NÃO tome Refrigerante!


Mesmo que você não saiba por que, com certeza sabe que refrigerante não faz bem. Desprovido de qualquer valor nutricional, essa água açucarada engorda, leva à obesidade e diabetes, além de outros vários males que não recebem muita atenção nas discussões de saúde, mas que listamos aqui na esperança de lhe recrutar para o lado do suco natural, chá e outras bebidas mais saudáveis. Confira:

1 – Envelhecimento acelerado
Normal, diet, light ou zero, todos os refrigerantes de cola contêm fosfato, ou ácido fosfórico, um ácido que dá ao refri seu sabor típico e aumenta seu tempo de prateleira. Embora ele exista em muitos alimentos integrais, tais como carne, leite e nozes, ácido fosfórico em excesso pode levar a problemas cardíacos e renais, perda muscular e osteoporose, e um estudo sugere que poderia até provocar envelhecimento acelerado.
O estudo, publicado em 2010, descobriu que os níveis de fosfato encontrados em refrigerantes fizeram com que ratos de laboratório morressem cinco semanas mais cedo do que os ratos cujas dietas tinham níveis normais de fosfato. Pior ainda é a tendência preocupante dos fabricantes de refrigerantes de aumentar os níveis de ácido fosfórico em seus produtos ao longo das últimas décadas.
2 – Pode causar câncer
Em 2011, a instituição sem fins lucrativos Centro de Ciência para o Interesse Público solicitou à Administração de Alimentos e Drogas americana para proibir o corante artificial caramelo usado para fazer Coca-Cola, Pepsi e outros refrigerantes marrons. O motivo: dois contaminantes na coloração, 2-metilimidazole e 4-metilimidazol, que já causaram câncer em animais. De acordo com uma lista proposta na Califórnia de 65 de produtos químicos conhecidos por causar câncer, apenas 16 microgramas por pessoa por dia de 4-metilimidazol é o suficiente para representar uma ameaça de câncer. Qualquer refrigerante (normal, diet, zero) contêm 200 microgramas por 570 ml.
3 – Dentes podres e problemas neurológicos
Nos EUA, dentistas até deram o nome de um refrigerante (boca “Mountain Dew”) para uma condição que eles vêem em um monte de crianças que o bebem demais. Elas acabam com a boca cheia de cáries causadas por níveis de açúcar em excesso.
Além disso, um ingrediente chamado óleo vegetal bromado, ou BVO, adicionado para evitar que o aroma separe-se da bebida, é um produto químico industrial usado como retardador de chamas em plásticos. Também encontrado em outros refrigerantes e bebidas esportivas baseados em citros, o produto químico tem sido conhecido por causar distúrbios de memória e perda nervosa quando consumido em grandes quantidades. Os pesquisadores também suspeitam que o produto químico se acumula na gordura do corpo, podendo causar problemas de comportamento, infertilidade e lesões nos músculos do coração ao longo do tempo.
4 – Latas tóxicas
Não é apenas o refrigerante que causa problemas. Quase todas as latas de alumínio de refrigerante são revestidas com uma resina chamada bisfenol A (BPA), usada para impedir os ácidos do refrigerante de reagir com o metal. BPA é conhecida por interferir com os hormônios e tem sido associada a tudo, de infertilidade a obesidade a algumas formas de câncer. E, enquanto a Pepsi e a Coca-Cola estão atualmente envolvidas em uma batalha para ver qual empresa pode ser a primeira a desenvolver uma garrafa de plástico 100% baseada em plantas que elas estão divulgando como “sem BPA”, nenhuma empresa está disposta a retirar a substância das latas de alumínio.

5 – Poluição da água
Os adoçantes artificiais utilizados em refrigerantes diet não quebram em nossos corpos, e nem o tratamento de águas residuais consegue separá-los antes que entrem nos cursos de água. Em 2009, cientistas suíços testaram amostras de água tratada, rios e lagos na Suíça e detectaram níveis de acessulfame K, sucralose e sacarina em todos, substâncias usadas em refrigerantes diet. Um teste recente em abastecimentos de água municipal nos EUA também revelou a presença de sucralose em todos os 19 estudados. Não está claro ainda o que esses níveis encontrados podem fazer com as pessoas, mas pesquisas anteriores concluíram que a sucralose em rios e lagos interfere com os hábitos de alimentação de alguns organismos. []
Há indicações de que refrigerantes de cola podem prejudicar o esperma e até causar paralisia muscular. Além de potencialmente causarem tantos problemas, podem ser viciantes.
Fontes: Rádio Novo TempoHypescience e MSN. 

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Cabecear a bola com frequência pode causar algum dano?

Os cientistas agora dizem que sim. Nos jogadores de futebol que cabeceiam a bola com frequência, mostraram-se anormalidades similares àquelas encontradas em pacientes com lesão cerebral traumática, afirmam.
Mas, para isso, a quantidade deve ser intensa: mais de 1.000 cabeceadas ao ano, que  podem afetar regiões responsáveis pela atenção, memória, visão, planejamento e solução de problemas.
Pesquisadores da Sociedade Radiológica Norte Americana usaram uma técnica de ressonância magnética em 32 jogadores amadores. Eles tinham idade média de 30,8 anos e tinham jogado desde a infância.
Para quem não pratica o esporte, o número de cabeçadas pode parecer um exagero, mas só equivale a algumas vezes por dia para um jogador regular. O impacto da ação não é de uma magnitude que irá causar danos facilmente. Mas repetir diversas vezes o movimento poderia desencadear uma cascata de respostas que podem levar à degeneração das células cerebrais.
Em um estudo separado do mesmo grupo de jogadores, eles receberam um teste para avaliar sua função neuropsicológica. Aqueles com a maior frequência anual de cabeçadas tiveram desempenho pior em testes verbais de memória e testes de velocidade psicomotora, que exigem coordenação motora.
Os pesquisadores afirmam que estes dois estudos apresentam evidências convincentes de que a lesão cerebral e deficiência cognitiva podem resultar de cabecear uma bola de futebol com grande frequência. E devem ser levadas em consideração no planejamento de futuras pesquisas para desenvolver abordagens de proteção aosjogadores de futebol.
Esses esforços foram bem sucedidos no beisebol, ressaltam os pesquisadores. No passado, os jogadores sofriam ferimentos no ombro a uma taxa que era alarmante.Mas a investigação em curso ajudou a moldar várias abordagens, incluindo limites para a quantidade de lançamentos que uma criança realiza, o que reduziu substancialmente a incidência destas lesões.
No entanto, Lucas Griggs, porta-voz da Headway (Associação de Lesão Cerebral) foi cauteloso nas conclusões: “A equipe de investigação estudou apenas 32 jogadores amadores, e que seria muito precipitado em tirar conclusões significativas a partir de um estudo com este pequeno tamanho de amostra”. Além disso, as bolas de futebol estão muito mais leves para qualquer risco que possa ou não existir, seja significativamente reduzido.
Os cientistas lembram que uma lesão no cérebro em crianças devido à ação, poderia ser facilmente atribuída a outras causas, dificultando a o impacto preciso do ato. Pesquisas em larga escala ainda precisam ser feitas.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

DICA DE SAÚDE: 7 + 7 = 14 dicas para deixar de fumar

1. Se você fuma mas está querendo parar, vá em frente em sua decisão. Ela é inteligente.
2. Saiba desde já que a tarefa, embora difícil, é perfeitamente realizável. Basta querer.
3. Leia o que puder sobre os prejuízos que o cigarro causa a saúde, a fim de reforçar o desejo de abandoná-lo.
4. Procure se convencer de que maiores satisfações lhe resultarão por deixar de fumar do que as que o vício proporciona.
5. Se quiser mesmo abandonar o cigarro, faça-o de uma vez. Anuncie um prazo final e conte isso para os amigos e familiares.
6. Faça alguma coisa que o tire da rotina. Procure manter-se ocupado nos momentos que habitualmente costumava fumar.
7. Escolha uma época boa de sua vida para deixar o cigarro. Férias, por exemplo. Ou qualquer ocasião em que não estiver sob tensão.

Mais 7 dicas para deixar de fumar:

1. Quando estiver parando de fumar, durma bem, respire de maneira rítmica, coma o que quiser (se engordar, depois emagrece), faça exercícios físicos, não tome cafezinhos.
2. Se preciso, tenha à mão alguma coisa de comer (amendoim, bala, chiclete) e também algum objeto (caneta, óculos, lápis), para manter a boca e as mãos ocupadas nos momentos críticos.
3. Nos primeiros dias, evite contato com fumantes. Depois, quando estiver seguro da vitória, conte para os amigos de sua conquista.
4. Converse com conhecidos ou amigos que tenham deixado de fumar. Ao descobrir como passaram a viver melhor, você se motivará. Pergunte-lhes como andam suas condições físicas. Um papo com um terapeuta ou médico também pode ser bom.
5. Se sua namorada(o), esposa(o) não fuma, transforme isso em mais um motivo para parar. Já pensou o que significa para um não-fumante beijar a boca de um fumante? Beijar cinzeiro não deve ser agradável…
6. Pare de fumar o quanto antes possível – pois, além de evitar futuras doenças, você o conseguirá mais facilmente. Um fumante jovem é menos dependente da nicotina e de outras substâncias tóxicas do cigarro do que quem fuma há muito tempo.
7. Ponha a cabeça para funcionar. Utilize-se de sua criatividade. Descubra truques que o ajudarão a vencer o hábito ou vício.

Em tempo: clique aqui e confira uma série de 5 programas com entrevistas, depoimentos, dicas médicas e sugestões práticas para deixar de fumar. Para ouvir e baixar. Gratuitamente.

Ah, se você não fuma, repasse essa mensagem para amigos fumantes que, com certeza, estão precisando de incentivo e coragem para vencer o tabaco. Logo baixo estão opções práticas para compartilhar essa postagem com amigos do Orkut, Twitter, Facebook e outras redes sociais. Use-as!

Fonte: http://novotempo.com/amiltonmenezes/2011/01/26/7-7-14-dicas-para-deixar-de-fumar/

sábado, 9 de abril de 2011

DICA DE SAÚDE -> Abacate: uma fruta popular que não pode faltar na sua mesa

Por ser um alimento que apresenta propriedades funcionais, o abacate tem se tornado cada vez mais popular. Mas o que o abacate realmente tem de bom? A nutricionista Camila Lemos explica os prós e os (poucos) contras do consumo da fruta.

1152191 avocado on white sxc Abacate: uma fruta popular que não pode faltar na sua mesa  “O abacate é uma das frutas mais gordurosas, porém são gorduras saudáveis, como a gordura monoinsaturada (ácido oleico) – a mesma gordura do azeite de oliva – que é anti-inflamatória, responsável pelo aumento do HDL (colesterol bom) no sangue e também bloqueia a ação do LDL (colesterol ruim), responsável pela adesão das placas de gordura nas artérias”, explica Camila Lemos, nutricionista especializada em Nutrição Esportiva.

Lemos explica que a fruta não possui gorduras saturadas – provenientes de fonte animal – e os óleos encontrados no alimento fazem muito bem para o trato digestório. “Além disso, é uma das frutas com maior teor proteico e muito rica em açúcares e vitaminas (A, C, E, B1, B2, B6 e folato). Essas vitaminas são responsáveis em prevenir problemas de visão, combater os radicais livres e ainda atuam no processo de renovação da pele”, diz.

E entre os minerais que estão presentes no abacate estão potássio, ferro, magnésio, cálcio e fósforo, que combatem a anemia, auxiliam na formação das células sanguíneas, auxiliam no metabolismo da glicose, combatem a osteoporose e melhoram o raciocínio, evitando a fadiga mental.

“O abacate também possui substâncias funcionais como lecitina, fitosterol, tanino e glutationa, que atuam na emulsificação de gorduras, combatem radicais livres e principalmente agentes cancerígenos”, diz Lemos.

Mas a especialista avisa: apesar de todos os benefícios, o abacate tem um valor calórico elevado. Em 100 g há 175 kcal, e por isso deve ser ingerido com moderação.

Outro ponto positivo, aponta Lemos, é que o abacate pode ser conservado em geladeira por 2 a 4 semanas. A nutricionista lembra também que o período da safra é de fevereiro a agosto, quando se encontram as melhores frutas. Ou seja, é possível aproveitar os benefícios do abacate praticamente o ano inteiro.

-

da Redação do Portal “O que eu tenho?”

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

DICA DE SAÚDE -> Quem anda rápido vive mais

Run, Forrest, run! Pesquisadores da Universidade de Pittsburgh, nos EUA, descobriram que a velocidade em que você anda pode ser um bom indicador de quantas velinhas de aniversário você vai assoprar na vida. Segundo eles, quem anda rápido tende a viver mais tempo. E dizem isso com base na análise de nove pesquisas anteriores, que examinaram a velocidade, o sexo, a idade, o peso e o histórico médico de quase 35 mil pessoas. Entre elas, as que andavam 1 metro por segundo viviam “consistentemente” mais do que outras da mesma idade, mas que se moviam mais lentamente (a média das pessoas com expectativa de vida normal era 0,8 metros por segundo). E os números foram especialmente precisos entre os voluntários com mais de 75 anos. Não que você vá ganhar uns anos a mais de vida se começar, de repente, a correr por aí. Na verdade, a predileção por andar rápido ou devagar é natural. “Sair e andar mais rápido não significa, necessariamente, que você vai viver mais”, diz a líder do estudo, Stephanie Studenski. A expectativa de vida aumenta porque quem se move com mais agilidade – em especial as pessoas de idade mais avançada – demonstra vitalidade e saúde em dia. “Seu corpo escolhe a velocidade ideal para você, e essa é a sua velocidade, o seu indicador de saúde”.


Fonte: Super Interessante

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

DICA DE SAÚDE -> Pimentão contra Afta

Basta cortar um pedacindo do pimentão.
Apertá-lo para aflorar um pouco o seu líquido.

Em seguida, colocá-lo sobre a afta.

Ou, se quiser, pode colocar apenas o líquido, caso consiga extraí-lo.

O alívio é imediato e rapidinho irá cicatrizar.


ATENÇÃO!
Pessoas que tenham alergia ao pimentão não devem seguir esta dica. (Adendo da Dra. Sonia)

Fonte: http://www.orientacoesmedicas.com.br/dica_pimentao_contra_afta1.asp

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

DICA DE SAÚDE -> 8 benefícios do Sexo para a Saúde

Que o sexo te faz bem, isso você já notou. O orgasmo, por exemplo, é uma das sensações mais íntimas e deliciosas para homens e mulheres e é muito mais do que sinal do sucesso de uma relação sexual. A cada dia, os cientistas descobrem novos efeitos dessa reação orgânica que, além de melhorar as emoções, faz muito pela sua saúde. "O orgasmo contribui para que homens e mulheres vivam com mais qualidade, trata-se de um momento de prazer que reverbera por vários dias", afirma o ginecologista Neucenir Gallani, da clínica SYMCO. Porém, apesar de proporcionar prazer e qualidade de vida, uma pesquisa feita pela Universidade de São Paulo (USP) revelou que 70% dos brasileiros fazem menos sexo do que declaram em conversas e pesquisas públicas. Por isso, o Minha Vida estimula você a melhorar essa situação trazendo o que a ciência e os especialistas andam dizendo por aí sobre os benefícios que uma vida sexual ativa trazem ao corpo.

Confira:

1. Alivia as crises de enxaquecas. Quando seu parceiro reclamar, dizendo que não quer sexo porque está com dor de cabeça, reverta a desculpa a favor da saúde dele. Segundo o médico Neucenir Gallani, o orgasmo libera substâncias, como as endorfinas, que atuam no sistema nervoso. "Elas diminuem a sensibilidade à dor, relaxando a musculatura e melhorando o humor", afirma.

2. Melhora o aspecto da pele. Fazer sexo, principalmente no período da manhã, é um poderoso aliado da beleza para manter a juventude. Essa foi a conclusão de um estudo, realizado por cientistas da Universidade Queens (Reino Unido). De acordo com os pesquisadores, atingir o orgasmo aumenta os níveis de estrogênio, testosterona e de outros hormônios ligados ao brilho e à textura da pele e dos cabelos. Além disso, quando há o orgasmo, ocorre uma vasodilatação superficial dos vasos, até aumentando a temperatura em algumas pessoas. Com isso, a pele ganha uma aparência mais viçosa, e o brilho natural dela fica em destaque.

3. Alivia as cólicas da TPM. O ginecologista Neucenir Gallani faz questão de reforçar que isso não é uma regra, mas acontece com algumas mulheres. Os movimentos realizados durante o sexo estimulam os órgãos internos, que ficam mais relaxados e, com isso, há diminuição das dores que incomodam seu bem-estar nos dias antes da menstruação. "Mas há mulheres que, na fase pré-menstrual, não têm disposição para o sexo e forçar a barra pode ser pior", diz o ginecologista.

4. Melhora o sono. O relaxamento que o orgasmo traz contribui para que você durma melhor, e não apenas nos dias em que houver sexo. A reação tem efeito prolongado, devido a ação dos neurotransmissores que passam a agir no seu organismo com mais regularidade e numa quantidade maior.

5. Diminui o estresse. O médico faz questão de ressaltar que o orgasmo não deve ser encarado como um remédio calmante, mas como parte de uma relação afetiva que traz prazer. Quando isso acontece, os níveis de estresse tendem a diminuir não só pela estabilidade emocional, mas também porque os chamados hormônios do estresse, como o cortisol, apresentam atividade reduzida. Quem trouxe essa novidade foi um estudo escocês recém-publicado na revista Biological Psychology.

6. Diminui os riscos de infarto.
Um estudo da Universidade de Bristol, na Grã-Bretanha, realizado com mais de 3 mil homens de 45 a 59 anos, concluiu, após 20 anos, que o sexo frequente pode reduzir o risco de infartos fatais e de derrames. De acordo com as conclusões da pesquisa, a morte súbita causada por problemas de coração é mais comum entre homens que afirmam ter níveis baixos ou moderados de atividade sexual.

7. Queima calorias. Segundo a Associação Americana de Educadores e Terapeutas Sexuais, a atividade sexual pode ser um ótimo exercício para o corpo. Isso porque meia hora de sexo queimam, em média, 85 calorias. Portanto, se você está sem paciência para ir à academia, que tal optar pelo plano B?

8. Aumenta a imunidade. Um estudo feito pela Wilkes University, nos Estados Unidos, mostrou que uma vida sexual ativa aumenta os níveis de um anticorpo conhecido como IgA, responsável pela proteção do organismo de infecções, gripes e resfriados. (Minha Vida)

Nota: Conforme destaca o mestre em História da Ciência e coordenador do Núcleo Brasileiro de Design Inteligente, Enézio de Almeida Filho, "a seleção natural não pode ter sido responsável por isso, pois é cega e não 'antecipa' benefícios [teleologia] àqueles que irá 'selecionar' para fins [teleologia] saudáveis como esses do artigo". Nunca é demais lembrar que a afetividade e o compromisso que levam à vida sexual satisfatória são próprios da relação matrimonial, instituição criada pelo Grande Designer.
[Michelson Borges]

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Dica de Saúde!

Desinfeta!
Dicas para evitar a contaminação alimentar

Antes de começar a cozinhar, lave bem as mãos com sabonete ou detergente. Nunca utilize ovos com a casca rachada.
Evite comer ovos crus, gemadas, maionese caseira ou ovos fritos com a gema mole. Cozinhe com água filtrada ou fervida. Limpe a caixa-d’água de sua casa a cada seis meses.
Lave as latas de alimentos e bebidas antes de abrir. Nunca abra latas estufadas ou com pontos de ferrugem. Não congele novamente alimentos que já foram descongelados.
Mergulhe verduras, frutas e legumes em duas colheres (sopa) de hipoclorito de sódio ou uma colher (sobremesa) de cloro dissolvido em 1 litro de água. Depois, passe-os em água fervida.

Compre leite e derivados de fornecedores confiáveis e com a sigla SIF (Serviço de Inspeção Sanitária).





Tirado do link: http://www.revistavidaesaude.com.br/dicas_idx.html

quarta-feira, 30 de junho de 2010

DICA DE SAÚDE -> Precisando de energia? Ar fresco, não cafeína

Daí bate aquele sono, aquela dificuldade em se concentrar, aquele bode da vida… E seu corpo pede um pulinho na máquina de café para salvar a produtividade. O quê? Acabou o café?! O plano B é ir lá fora respirar um pouquinho de ar fresco. E o efeito vai ser o mesmo. Tem cafeína no ar? Não, mas, de acordo com pesquisadores da Universidade de Rochester, em Nova Iorque (EUA), é como se tivesse. Segundo eles, um passeio de 20 minutos ao ar livre é tão revitalizante para corpo e mente quanto uma dose normal de café. E não precisa fazer polichinelos lá fora ou nada assim. Você pode até ficar paradinho, sem praticar qualquer atividade física, que a energia vem.

“A natureza é um combustível para a alma”, poetiza o responsável pelo estudo, o professor de psicologia Richard Ryan. Segundo ele, quando a gente se lembra da “ligação intrínseca entre o corpo humano e o mundo natural”, nos sentimos mais vivos.

Poesia à parte, tem ciência envolvida na constatação: os pesquisadores conduziram testes com 537 estudantes, expondo-os a uma variedade de situações (tanto de ação quanto de sedentarismo) dentro de um prédio e ao ar livre, enquanto iam medindo seus níveis de energia e bom-humor.

Resultado: segundo Ryan, simplesmente imaginar estar ao ar livre já foi suficiente para aumentar a energia geral dos estudantes. E 20 minutos do lado de fora (agora de verdade) resultou num “aumento massivo” de vitalidade nos jovens.

E aí, topa deixar o cafezinho de lado e fazer o teste você mesmo?

(Superinteressante)

terça-feira, 29 de junho de 2010

DICA DE SAÚDE -> Mau Hálito - Halitose: Tratamentos Naturais

SINTOMAS O hálito tem um odor desagradável.

CAUSES
Toque as costas de sua mão com sua lingual e cheire. Este é um teste simples que você pode fazer para verificar como anda o seu hálito.

Não cuidar de seus dentes corretamente escovando-os pode ser uma causa primária. Mas cáries dentárias, indigestão, má alimentação, constipação, inadequada digestão de proteínas, infecção no nariz ou garganta, mal funcionamento hepático, stress ou acúmulo de metais pesados também podem ser causas.

TRATAMENTOS NATURAIS

• Escove os dentes após cada refeição. Use fio dental.

• Escove a língua cuidadosamente. Ela contém, muitas vezes, partículas de alimentos e bactérias, e precisa ser limpa.

• Beba mais água. Desidratação freqüentemente provoca mau hálito, especialmente pela manhã. Como não existe o fluxo de saliva durante o sono, ocorre então a limpeza da boca durante a noite.

• Coma salsa. Outros alimentos que contêm clorofila também são bons para o hálito.

• Tome carvão pela boca. Deixe-os dissolver lentamente na boca.

• Faça uma dieta por cinco dias durante os quais 50% do que você come é cru. Isso ajudará a limpar o seu corpo.

• Maçãs, cenouras, aipo entre outros, são excelentes para a limpeza da boca no final de uma refeição. Eles eliminam bactérias causadoras de odor da boca.

• Exercícios ao ar livre irão trazer mais oxigênio para os pulmões e ajudar na limpar do corpo, reduzindo o mau hálito.

• Na vida de muitos, doenças gengivais é uma das principais causas de mau hálito. Coloque goldenseal nas gengivas infectadas ou feridas na boca. Faça isso por 3 dias para ajudar a curar as gengivas.

• Muito menos provável, respiração bucal pode causar mau hálito. No entanto, para muitos, as vantagens da respiração bucal (para obter mais oxigênio do que outra forma poderia ser feito) superam as possíveis desvantagens.

• Infecção nos seios nasais produz uma descarga com um mau cheiro. Se você tiver problemas nos seios, esta pode ser a causa do seu mau hálito.

• Não coma alimentos picantes.

• Comer carne pode produzir mau hálito, tanto por causa das partículas deixadas na boca quanto por causa de indigestão.

• Queijos e peixes também causam mau hálito.

• Sim, existe o alho que dá um cheiro forte, mas ele é um tão poderoso assassino de germes que pode ser necessário tomá-lo mesmo assim.

• Beber café, cerveja, vinho ou uísque são excelentes formas de ter mau hálito. A água é o melhor líquido para o seu corpo.

• Utilize mirra, alecrim ou hortelã ao escovar os dentes e lavar a boca.

• Evite alimentos que ficam presos entre os dentes com demasiada facilidade.

• Evite alimentos que são também susceptíveis de provocar cáries dentárias, tais como carne, balas, doces e chicletes.

• Casos foram notificados de alergias alimentares que causaram mau hálito. Pesquise os alimentos que podem causar alergia e evite-os.

• Evite a constipação.

• Em casos de mau hálito causado por problemas estomacais, chá de tomilho pode ser útil.

• Ferva sua escova de dentes cada mês, ou compre uma nova. As bactérias crescem sobre a escova. Lave com água oxigenada ocasionalmente durante o mês.

• Procure não utilizar produtos industrializados para bochechos. Geralmente eles irritam a boca mais do que resolvem quaisquer problemas. O básico que eles possuem é álcool, corante e flavorizante.

Mau hálito pode ser um sinal de um problema de saúde subjacente.

INCENTIVO
Permita que Deus atue em sua vida. Ele tem poder para curá-lo e o colocar em perfeita saúde e vigor. A Bíblia fala: “Peça e recebereis.”